Vou na minha brevidade de sempre, sem tempo, sem hora. E volto, mais prenha daquilo que me permitiu ao leve. É que as minhas eternidades só são leves assim: por serem breves. Por ser assim que me melhoro e que também, desprendida dos dias, me (pro)curo. Minhas ídas são vastas. Ídas vastas eu batizo com o nome de voo. Há de se ir e ficar, sem pertencer. Não se morre em tons de azul. No azul, só me resta o contemplo daquilo que também, pouco se move. De azul é que se veste o templo dos tempos que ainda verei florir. Não há demora vã alguma nisso.
~beijo n'alma~
│Samara Bassi│
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