31.1.14

poeMAR

31.1.14
Weheartit
fez-se encanto no meu dia
e como verso construindo caminhos,
me veio num rodopio.
literária vida,
teu poema é meu mar,
é meu leito,
meu rebento de amar.
teus olhos são águas marinhas
me embalando nas ondas
e do teu piscar, essa melodia toda
de ter você em mim.
teu sopro de ano em ano, me traz leveza
como quem rompe oceanos
com profundezas de sentir.
vir e nunca mais voltar
pra uma maresia
sem entenderes mil.
teu sorriso é meu sorriso fácil,
meu poema,
meu poemar,
meu poeMARcio
de te fazer eterno em mim,
sua morada amada.
SiM.
amor que me surpreende.
você, que é minha profundeza,
é pra ontem que te quero,
é desde ontem que te quero
pra sempre.
SeMpre.

│Samara Bassi│
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4 comentários:

Be Lins disse...

Espetacular este teu mar de amar.
Lindo e sem fim.

Beijo

Crônicas de Areia disse...

Só nós dois sabemos tudo o que passamos. Só nós dois sabemos das pedras do caminho, dos espinhos.
Enfrentamos apuros, brigas, rusgas.
Distanciamos, voltamos, distanciamos de novo.
Mas não teve destino alheio que conseguisse força pra interferir no nosso, não é?

A gente chorou junto, Sam. E por tantos motivos diferentes. O engraçado é que meu ombro sempre, sempre, SeMpre foi teu, e o teu SeMpre foi meu. Estivemos lá, juntos, mesmo na distância.

Menina, que direito nós dois temos de querer desse jeito a felicidade? Que direito nós dois temos de querer sobrepor a vida e unir nossos corpos do mesmo jeito que nossas almas já estão unidas?
Eu digo.
É um direito que a mãe natureza nos deu, de querer sorrir do jeito mais simples, mais isento, com todo o tesão que o teu corpo e o meu exalam, ou com toda a argumentação que nossos corações são capazes de imaginar, e olha que tanto o teu quanto o meu coração são campeões em juntar nós dois.

Eu te amei antes, e diz você que me ama mais.
Mas a verdade é que isso pouco importa, não é? Antes ou mais, no fim das contas é no teu peito que eu me alimento, e é no meu colo que você sossega as tuas horas.

Além do amor que as pessoas conhecem, a gente tem o amor de vidas e vidas, de encontros passados, de cumplicidades mitológicas que só nós dois sabemos e fomos testemunhas.

Ímpar de dois.

Versos reversos num universo que brilha em torno desse teu umbigo que me deixa tarado.

Somos assim. Dois amantes apaixonantemente se (re)descobrindo.

E você, sua moleca travessa, é minha menina. É meu dengo. E uma das lembranças mais gostosas da minha vida é justamente essa, o pedido de permissão que te mandei, perguntando se eu poderia te chamar assim, de "meu dengo".

Eu já te namorava e você sequer sabia. (!)
Não sabia?
Ahhhh! Sabia sim. E nós dois revivemos algo delicioso, que foi o flerte, o namoro bobo, de fingir que "não tô entendendo". E eu te amei nas tuas palavras. Te amei e te conheci "de baixo pra cima". Ééééé. A primeira coisa que vi em você foram tuas pernas na rede. Lembra?

O que sei é que te amei sem saber por quê, e esse amor aumenta sem eu ter noção de até onde ele vai. Mas meu amor, assim como uma outra coisinha, tem vida própria... rsrs.

O que sei é que te amo, te amo, te amo, te amoooooooo, Samara Moleca.

Marcio

Toninho disse...

Está criado o novo verbo Poemarciar,
Linda inspiração Samara.
Faz bonito e merece aplausos.

Carinhoso abraço amiga.
Bju de paz e luz.
Bom e lindo fim de semana a voces.

Déborah Arruda. disse...

Coisa mais bonito esse teu universo, Sam. Bom de vir aqui é que a devolução pros olhos é sempre poesia!

Beijo grande!

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