18.12.13

Estações

18.12.13
© Samara Bassi — namastê
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4 comentários:

Bessa disse...

Um curto e belo texto, minha amiga Samara, delicado e sensível como são todos os teus textos.

Necessário se faz cultivar apenas o necessário, porém, estabelecê-lo já é um pouquinho mais complicado, não é mesmo?

Pois é, eterno é ter no pensamento que tudo nesta vida passa, e às vezes, bem mais rápido do que se espera. A ternura é, pois, sempre necessária e não deve ser efêmera.

Assim como a imagem de uma bolha de sabão que flutua,leve, no ar e nunca sabemos exatamente quando vai espoucar, assim também é a vida de cada ser. Pensar nisso, sempre, nos faz cultivar o justo necessário no tempo que nos é dado.

Boas Festas para ti e tua família, minha sábia amiga, e... até breve, para sempre!

Meu carinho e abraço,
André

Crônicas de Areia disse...

Temos o hábito de dividir tudo em fases ou etapas. As estações do anos, as fases da vida, as partes do dia, as metades da maçã, os dias da semana, as sensações dos sentimentos, as contemplações que brotam no peito...

Cada etapa tem suas jornadas de esforço e resultados, e por consequência nos alegramos ou entristecemos por aquilo que amealhamos, sejam alegrias ou tristezas.

Mas existe uma diferença enorme entre o começo, o meio e o fim. Lá no princípio, somos verdes e imaturos, e a qualquer percalço o desespero bate, fazendo tudo parecer um poço infinito de dificuldades vindouras quando algo dá errado. Então, aquele senhor bi-polar chamado tempo (sim, pois ou ele está ajudante ou atrapalhante, e muda de um para o outro com uma velocidade incrível) e vai arrumando tudo, deixando tudo no lugar, ou fora dele.

Pois é. Por vezes, para arrumar algo, antes é necessário desarrumar de vez.

Seguindo na linha da vida, vem as "intermediaríces" nossas de todas as épocas. Difícil sair dessa fase, onde queremos levar a adolescência até sabe Deus quando... é bom sentir-se jovem por mais tempo, não é? Aprendemos, e aprendemos, e aprendemos, até que enxergamos que por mais que se aprenda, de pouco vale se isso tudo não for colocado em prática. Novo sofrimento. Esquecer que não somos mais adolescentes, e sim que precisamos assumir novos tempos, o nosso tempo.

Entramos no princípio do fim. Não, não falo do fim da vida, mas sim naquela reta em que tudo parece ser o oposto lá do princípio. Os problemas que não tem solução, esses são os mais fáceis de resolver nessa fase, pois se não têm solução, remediados estão. E passamos a ver que a vida não foi assim, tão bandida. Vem, agora, aquele período em que dizemos "ah se eu pudesse voltar a ser jovem e sabendo tudo o que sei agora".

Tive pressa em entender que não precisava ter tanta pressa na vida.

Ganhei muito, Sam. Ganhei minha vida nesses últimos 3 anos. Nesse tempo, vivi tanto ou até mais do que em todos os anos que antecederam esses 3 anos. E você, menina, é a principal razão disso tudo.
Você é a razão do meu sorriso de felicidade.

Beijos enormes, mocinha.

Marcio

Déborah Arruda. disse...

Que breve seja ali e não se demore!
Feliz (ano) novidades, Sam. Beijo grande!

Helena Frenzel disse...

Até breve, Sam. Obrigada pela companhia em 2013. Tudo de bom para você e quem você ama. Este espaço está cada vez mais lindo, parabéns.

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