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| Imagem: Weheartit |
e me conta crônicas do seu tempo sem endereço.
eu, continuo desfolhando dias genéricos e num gole de vento,
tomo como pílulas
o descalçar dos passos
e das folhas secas,
que dançam tango
no quintal das minhas lembranças
e cantam hoje, o inverno
das minhas saudades sem memória.
│ Samara Bassi │

4 comentários:
Oi Samara! Linda postagem! Como escreveu o grande Rubem Alves: “Parece estranho, mas o fato é que memórias são também objetos que acumulamos. Estão guardados em nosso tesouro.”
http://jefhcardoso.blogspot.com lhe espera. Abraço!
Tua poesia tem a melodia das tardes que guardam lembranças boas de lembrar. Lembram um passeio à beira mar.
Lindo!
Oi Samara, as minhas saudades tem tantas memórias...e são fortes e são emocionates, mas às vezes nos faz chorar como a chuva na vidraça! Beijosss
Por vezes sinto essa saudade não sei do que? (rs) Sempre rico teus textos.
Bjo.
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