Minha estrada, até que às vezes não tem pó de terra, nem guerra entre as horas minguadas do meu olhar. Não tem espelho d'água refletido e invertido no peito, afogando mágoas de reverter instantes. Minha terra é espera, germinada em tuas mãos, em teus olhos, teus sabores, teu colar de flores desembrulhando outonais, adormecidos de veraneios frescos e docemente ardidos, perdidos por entre os lábios teus.
Tuas férteis letras, querida Samara, entrelaçam o espontâneo que tem uma declaração afetiva através de um bilhete, de uma carta, ao conteúdo mais lírico que pode ter a poesia. É admirável como misturas essas duas expressões de maneira original, única.
Ando arisco das letras por esses tempos, mas, sempre que posso, venho aqui dar uma olhadinha nas tuas. E admirá-las, naturalmente.
Um grande abraço, minha amiga, e um bom fim de semana.
2 comentários:
Ótima leitura.
Eu Adoro o seu blog.
Bjo, bom final de semana.
Tuas férteis letras, querida Samara, entrelaçam o espontâneo que tem uma declaração afetiva através de um bilhete, de uma carta, ao conteúdo mais lírico que pode ter a poesia. É admirável como misturas essas duas expressões de maneira original, única.
Ando arisco das letras por esses tempos, mas, sempre que posso, venho aqui dar uma olhadinha nas tuas. E admirá-las, naturalmente.
Um grande abraço, minha amiga, e um bom fim de semana.
André
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